Furacão com olhar assassino para o Mengão na Supercopa do Brasil

Pela terceira vez estará em disputa a Supercopa do Brasil, taça que o Grêmio ganhou, contra o Vasco em 1990, e o Corinthians, ao superar o Flamengo no ano seguinte.

Durante 29 anos o jogo entre os campeões do Brasileirão e da Copa do Brasil hibernou.

Volta agora com jeito de ficar ao premiar o vencedor com 5 milhões de reais e o perdedor com 2.

Flamengo e Athletico jogarão às 11h deste domingo, no Mané Garrincha, em Brasília.

Para o favorito Flamengo é apenas a chance de ganhar mais um troféu que deverá se somar ao da Taça Guanabara em seguida, mesmo que seus titulares possam sentir o desgaste do Fla-Flu do meio da semana.

Para o Furacão o jogo tem maior significado em sua trajetória para se firmar como novo grande do futebol brasileiro.

Ao eliminar o Mengo nas quartas de finais da Copa do Brasil passada com dois empates e vitória nos pênaltis, o rubro-negro paranaense, segundo Jorge Jesus, foi o time brasileiro que mais dificuldades impôs ao carioca na temporada de 2019.

Claro que o time agora é outro, aparentemente mais fraco, e com Dorival Júnior no lugar de Tiago Nunes.

Chegará descansado, mas com menos ritmo de jogo, embora com olhar certamente mais assassino para o jogo, em horário estupidamente impróprio.

Com Nikão e Rony pelos lados, duas armas letais em 2019.

Precisa citar as do Flamengo?

Por Juca Kfouri